1.500 metros cúbicos de madeira

Árvores cortadas em toras e prontas para o transporte foram encontradas no meio da floresta em Jacinópolis. Ninguém foi preso durante operação.

Mil quinhentos e quinze metros cúbicos de madeira foram encontrados em Jacinópolis, distrito de Nova Mamoré pela Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam). A operação de regaste da madeira foi deflagrada há duas semanas quando em uma fiscalização na região do entorno do Parque Estadual Guajará Mirim, entre os municípios de Nova Mamoré e Buritis, o órgão ambiental de Rondônia encontrou no meio da mata as toras de madeira.

O número de toras de madeira é suficiente para encher 60 caminhões tipo Julieta. Pela quantidade de madeira apreendida, a Secretaria de Ambiente, teve que solicitar o apoio do Departamento de Estrada e Rodagem e da Polícia Militar para retirar as toras e desde a semana passada caminhões chegam com a madeira ilegal em Ariquemes, onde está sendo depositada.

De acordo com a Sedam, o valor total da madeira em toras está estimado em R$ 318 mil, já ela serrada o preço triplica. As espécies encontradas foram Garapa, Cumaru, Angelim, Cedromara (madeiras consideradas nobre e usadas em construções, portas, escadas etc). Tauari e Jequitibá Rosa (usadas em forros, móveis, acabamentos internos e outros).

A PERGUNTA QUE AINDA NÃO FOI RESPONDIDA É: QUEM FOI O RESPONSÁVEL PELA RETIRADA ILEGAL DA MADEIRA? ESTÃO INVESTIGANDO....
















Inpe detecta 578 km² de desmatamento na Amazônia em junho

Área equivale a metade do município do Rio de Janeiro. Em comparação ao mesmo mês do ano passado, redução foi de 33%.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) detectou desmatamento de 578,6 km² da floresta amazônica no mês de junho. A área equivale a cerca de metade do município do Rio de Janeiro. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (4).
Em comparação a junho do ano passado, quando o instituto detectou devastação de 870 km², houve redução de 33%. Em maio deste ano, haviam sido detectados 123,73 km².
Como ressalta o Inpe, uma comparação entre meses subsequentes não pode ser feita de forma precisa pois, com o Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), a cobertura de nuvens sempre impede que parte da região seja monitorada pelas imagens de satélite.
A maior parte das áreas desmatadas estão no Pará, somando 330 km². No Mato Grosso, as áreas desmatadas chegaram a ocupar 181 km².Rondônia é o terceiro Estado com maior extensão de áreas desmatadas: 41 km². Amazonas teve 16 km² identificados e o Maranhão, 5 km². Devido às nuvens, o sistema do Inpe não conseguiu visualizar a maior parte dos territórios de Roraima e Amapá.Em maio, o desmatamento na Amazônia Legal atingiu uma área de 123 km². No entanto, de acordo com o Inpe, a comparação entre junho e maio não é precisa, porque a cobertura de nuvens é diferente em cada mês, o que impede que os satélites visualizem sempre as mesmas áreas para compará-las.

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